quinta-feira, 15 de novembro de 2012

As mudanças que ocorrem no corpo da mulher após o parto


Quase que diariamente ao ver TV, revistas ou acessar a internet, nos deparamos com notícias de celebridades anunciando a gravidez. O tempo passa, acompanhamos a barriga crescer, reparamos no quanto ela engordou e até palpitamos na escolha do nome. Até aí tudo bem, tudo normal, mas o espantoso é que, poucos meses depois de dar à luz, lá estão elas novamente posando lindas e magras em campanhas publicitárias.
Vendo isso, muitas mulheres ficam na dúvida se é possível voltar a forma antiga instantaneamente, mas da mesma maneira que o corpo precisou de nove meses para se transformar, vai precisar de tempo e de muita disciplina para voltar a ser o que era antes.
Quando uma mulher engravida, tudo ao seu redor se transforma: a casa, o casamento, a família e a rotina em geral, mas a maior mudança é a que acontece internamente, no corpo e na cabeça das futuras mamães.

Útero:
 Durante a gestação, ele cresce 50 vezes o seu tamanho normal e, após o nascimento do bebê, começa a se contrair naturalmente aos poucos, o que pode gerar cólicas, principalmente durante aamamentação. Até o final do primeiro mês, o útero retorna ao seu tamanho normal.Logo depois de ganhar o bebê e vivenciar as primeiras sensações da maternidade, a mulher entra no período pós-parto, também chamado de puerpério, resguardo ou quarentena, quando os órgãos reprodutivos começam a realizar o movimento de regressão para voltar ao seu estado normal. É nesse contexto que, pela primeira vez depois de meses, ela vai encarar o espelho sem um bebê na barriga. Para muitas mulheres, essa pode ser uma experiência chocante, mas sabendo o que acontece no corpo após a gestação, fica mais fácil entender que tudo é uma questão de tempo.
Lóquios: Um corrimento vaginal parecido com a menstruação ocorrerá entre 20 e 30 dias. Ele começa bem vermelho e vai perdendo a cor aos poucos. Se depois desse período ele persistir pode ser sinal de alguma infecção.
Menstruação: Existem mulheres que só voltam a menstruar depois do parar de amamentar, mas isso não é uma regra. Geralmente, volta-se a ovular e menstruar entre quatro e seis meses após o parto.
Hormônios: A prolactina, hormônio responsável pela produção do leite aumenta, dificultando o funcionamento da função reprodutiva.
Intestino: Costuma ficar mais lento e acumular gases e, em algumas mulheres, podem aparecer hemorróidas que, consequentemente provocam prisão de ventre nos primeiros dias.
Vagina: Durante algum tempo, a dor na região da vagina e do períneo é normal devido ao desequilíbrio hormonal. A falta de lubrificação também pode acontecer devido à amamentação.
Seios: Durante a amamentação, ocorre o desenvolvimento definitivo das mamas, por isso, os seios não ficam exatamente como eram antes, mas aos poucos voltam a ficar parecidos com o que eram. Nos primeiros dias, podem ficar doloridos, pois estão se preparando para a amamentação. Em momentos de excitação, pode haver vazamento de leite, se isso acontecer durante a relação sexual, não se assuste.
Flacidez: A flacidez dos seios ocorre em função da gravidez e não da amamentação, portanto, o fato de não amamentar para evitar a flacidez dos seios não tem fundamento. Na barriga, a flacidez pode ocorrer devido a hiperdistensão da parede abdominal. Isso ocorre com todas as mulheres e exercícios físicos podem atenuar e, em muitos casos eliminar o problema.
Cabelo: Durante a gravidez, o aumento dos hormônios faz com que os cabelos de algumas mulheres fiquem mais grossos e caiam menos, mas após o parto, o cabelo volta ao ciclo normal de crescimento e queda, podendo ficar com aparência mais ressecada e frágil. Outro motivo é o fato do corpo priorizar energias para a produção de leite e para proteger a saúde da mãe.
Pele: As alterações hormonais na gestação também influenciam na pele do rosto que pode ficar marcado com acne, erupções, manchas e aumento dos pêlos. Depois do parto, a pele fica mais seca e as manchas tendem a diminuir, quando não sumirem completamente. As temidas estrias também diminuem e clareiam com a perda de peso, mas elas são definitivas, então o melhor é prevenir durante a gestação usando bastante óleo, controlando o ganho do peso e fazendo massagens.
Barriga: Depois do parto, a barriga continua maior que o normal e aos poucos vai desinchando, mas leva algum tempo para voltar ao que era antes e nenhuma solução rápida como cirurgia é indicada. De fato, algumas mulheres conseguem recuperar a forma em poucos meses como algumas artistas, mas isso depende de fatores hormonais, alimentares e de toda uma preparação, portanto se for o seu caso, pode sentir-se privilegiada.
Quadris: Durante a gravidez, o corpo se adapta para alojar o bebê, por isso os quadris ficam mais largos e dificilmente voltam ao tamanho anterior. Essa mudança pode ser bem sutil e passar despercebida, mas no geral, após o parto, o corpo das mulheres ganha uma nova forma.
Libido: Fatores hormonais somados ao cansaço causado pela nova rotina podem reduzir a libido da mulher diminuindo sua disposição para o sexo, mas aos poucos essa disposição volta e o casal encontra junto a melhor maneira de recomeçar. O mais indicado é que essa retomada aconteça depois da quarentena para evitar desconfortos e infecções.
Emoções: As emoções estão afloradas com tanta novidade e responsabilidade, o que deixa muitas mamães confusas, com medo e inseguras em relação ao bebê, ao corpo, ao relacionamento e a tudo, e isso tudo é natural. Contar com a ajuda e com a compreensão do companheiro, dormir bem e relaxar na medida do possível pode ajudar a se estabilizar emocionalmente.
Apetite: Existem mulheres que têm mais apetite depois da gestação do que antes, e como a alimentação do bebê depende exclusivamente da mãe, é fundamental se alimentar bem. A escolha de alimentos nutritivos e menos calóricos como frutas, legumes, grãos integrais e proteínas magras é a mais indicada. Dietas nesse período não são recomendadas.
Raciocínio: De acordo com o neurocientista Pilyoung Kim, autor do artigo The Plasticity of Human Maternal Brain: Longitudinal Changes in Brain Anatomy During the Early Postpartum Period publicado na revista Behavioral Neuroscience, as mudanças hormonais aumentam o cérebro na área que envolve o raciocínio e as motivações. Além disso, a falta de sono e a preocupação podem atrapalhar a memória.
Peso: Na hora do parto, a mulher perde em média seis quilos, que correspondem ao peso do bebê, da placenta, do líquido amniótico e dos sangramentos. Daí em diante, a melhor aliada para a perda de peso é a amamentação. O corpo queima gordura para produzir leite, sendo assim, quanto mais o bebê mamar, maior será a perda de peso. Uma alimentação saudável também é fundamental para recuperar o peso, mas nada de dietas nessa fase, se for o caso, procure um nutricionista. Atenção para a retomada da prática de exercícios físicos que deve ser feita gradualmente e com autorização médica.
Fonte: SiteDicasdeMulher

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

A dentição dos bebês


A dentição dos bebês
Alguns bebês atravessam a fase de dentição sem nenhum problema, mas outros podem se sentir incomodados. Para aliviar a dor, dê alimentos frios e mordedores, e passe um pouco de gel anestésico na gengiva do bebê. O primeiro dente nascerá aproximadamente depois de seis meses de vida e a fase de dentição pode durar até que a criança complete dois anos.
Assim como os adultos, os bebês podem ter mais ou menos sensibilidade. Alguns passam por essa fase sem maiores complicações, enquanto outros ficam muito angustiados. Bochechas vermelhas, inchaços, gengivas sensíveis, perda de apetite, baba, um pouco de febre e choro durante o dia, são os sinais da dentição.

Além de carinho especial, dê a ele:

-Um mordedor duro para acalmar as gengivas irritadas. Deixe um ou dois no congelador antes de dar para o bebê, para que ele se sinta mais aliviado.
-Uma cenoura gelada (se seu bebê já tem um ou dois dentes, cuidado. Ele pode morder a cenoura e acabar se engasgando) ou uma banana pequena congelada.
-Paracetamol para bebês, para ajudar a baixar a temperatura e aliviar a dor. Nunca dê mais do que a dose recomendada.
-Um remédio homeopático que contenha camomila, para esfregar na gengiva.
-Um gel anestésico para passar nas gengivas doloridas. Além disso. peça conselhos a seu farmacêutico.
Se mesmo assim você ainda ficar preocupada com alguma mudança de comportamento em seu bebê, procure um pediatra. Quando acabar a fase de dentição, cuide dos dentes de seu bebê escovando-os suave e regularmente com pouca pasta infantil.
Fonte: SiteDiscoveryMulher

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Brinquedos terão nova classificação etária


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Sempre que decide comprar um presente para o seu filho, você fica parado em frente à prateleira da loja de brinquedos tentando descobrir qual é mais indicado para a faixa etária dele? Esse problema tende a não acontecer mais a partir do ano que vem. Isso porque a Associação Brasileira dos Fabricantes de Brinquedos (Abrinq), em parceria com a comissão dos brinquedos da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), desenvolveu um documento que visa regulamentar a classificação por faixa etária de todos os brinquedos comercializados no país. O objetivo é padronizar essa indicação, que hoje é feita aleatoriamente por cada fabricante. Ela se dividirá em 16 faixas de idade: de 0 a 3 meses, de 3 a 6 meses, de 6 a 9 meses, de 9 a 12 meses, e, depois, 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10, 11 e 12 anos

O estudo, oficialmente apresentado na ABNT na sexta (28), ficará disponível no site da instituição por 60 dias para consulta pública, ou seja, qualquer cidadão poderá acessá-lo e deixar seus comentários. Após esse período, a ideia é que ele seja aprovado pelo Inmetro e vire uma regulamentação oficial, alterando a portaria já existente. “Qual é a regra para estipular a faixa etária de um brinquedo hoje? Nenhuma! Mas é preciso se atentar de que um brinquedo não adequado para a idade não ajuda em nada a criança, pelo contrário, pode até atrapalhar”, diz Synésio Batista da Costa, presidente da Abrinq, que afirma ainda que os brinquedos representam atualmente 42% dos produtos certificados pelo Inmetro.

Para Maria Ângela Barbato Carneiro, pedagoga e coordenadora da Brinquedoteca da Faculdade de Educação da PUC-SP, a iniciativa é muito interessante e ajuda não só o mercado, mas principalmente a criança e sua família. “Muitas empresas, na ânsia de vender o produto, colocam uma faixa etária muito abrangente, mas o brinquedo pode ser totalmente inadequado para os menores. Essa nova classificação é uma forma de orientar os consumidores e evitar que as crianças tenham acesso a brinquedos que não contribuam com o desenvolvimento delas”, opina.

A estimativa da associação é que os brinquedos fabricados a partir de abril de 2013 já sigam com a nova norma - inclusive os importados que, caso não estejam de acordo com a regra, serão devolvidos.

O documento foi desenvolvido com a ajuda de 20 especialistas, entre educadores, psicólogos, engenheiros e médicos, e foram necessários dois anos de estudos, em que os profissionais avaliaram, além da questão da segurança, como o brinquedo pode ajudar no desenvolvimento físico, emocional e intelectual da criança. A iniciativa é pioneira no mundo e será apresentada na semana que vem em uma convenção no Japão. A expectativa é a de que o modelo seja seguido por fabricantes de todo o mundo. “Existe um documento nos Estados Unidos, mas ele não é seguido por ser muito complexo e subjetivo. Existe uma grande carência nessa área, já que, hoje, o que normalmente temos é ‘não recomendado para menores de tal idade’, mas isso não especifica para qual faixa etária o produto é indicado”, explica o engenheiro Mariano de Araújo Bacellar Neto, coordenador técnico da Comissão de Brinquedos na ABNT. 
Fonte: SiteCrescer

terça-feira, 25 de setembro de 2012

Os truques para engravidar funcionam?


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Tirar férias, transar dia sim, dia não, e até erguer as pernas para cima no fim da relação. Muitos são os “truques” populares para engravidar. Mas será que eles funcionam? Conversamos com o obstetra e ginecologista Aberto D’Aurea, diretor do grupo da Maternidade Pro Matre Paulista e do Hospital Santa Joana, em São Paulo, para saber quais dessas "técnicas" são realmente eficientes e quais não passam de mitos. 
Sexo todos os dias, com dia e hora marcados!
O que diz o especialista - “O maior inimigo da gestação é a ansiedade. Você não pode exigir data e horário para a ação da natureza. O corpo não aceita imposição. O que ajuda na hora de engravidar é a entrega que a mulher faz no momento da relação. A tensão e cobrança só atrapalham e levam ao fracasso. A relação sexual deve ser espontânea, mas já se sabe que, quando ela acontece todos os dias, a qualidade de volume do esperma diminui. O melhor é fazer pausas de dois a três dias entre uma relação e outra.” 

Transar no dia fértil é certeza de engravidar 
O que diz o especialista – “O dia fértil existe, mas não é uma regra. Num ciclo normal de 26 a 32 dias, a mulher normalmente ovula entre o 11° e 15° dia. Além disso, outros fatores podem afetar a ovulação.” 

Erguer as pernas para cima funciona
O que diz o especialista - “De fato, é recomendado que a mulher permaneça deitada para não perder parte do esperma que pode escorrer pelas pernas, caso ela se levante. Se a mulher tem o útero retrovertido, recomenda-se que, após o ato sexual, ela se vire de bruços e permaneça assim por uns 20 minutos. Já, se o útero está lateralizado para a direita, após a relação, ela deve manter o corpo virado para a esquerda. Se o útero for lateralizado para a esquerda, nesse caso, vira-se o corpo para a direita. Mas essas medidas são polêmicas, pois nem todos os médicos concordam e, claro, não são garantia de gravidez.” 

Na hora da relação, coloque um travesseiro embaixo do bumbum
O que diz o especialista – “No caso do travesseiro, se a pessoa se sente bem com ele abaixo do quadril, ótimo! Então que coloque o travesseiro. O importante é relaxar e não impor normas durante o ato sexual que prejudiquem a sua espontaneidade.” 

Para engravidar, férias! 
O que diz o especialista – “As chances de gravidez aumentam nas férias porque a mulher está mais relaxada e o convívio com o parceiro também é maior. Se o local escolhido para o descanso for a praia, melhor ainda. Nesse ambiente, você visualiza o corpo do parceiro por horas antes do ato sexual, o que aumenta o grau de excitação da relação. Banhos de mar também ajudam a tornar a vagina menos ácida, aumentando a sobrevivência dos espermatozoides no interior dela. 

De olho na temperatura corporal 
O que diz o especialista – “Esse método não é recomendado porque está sujeito a muitas oscilações. A temperatura pode ser alterada por muitos fatores como, por exemplo, uma relação sexual no dia anterior à medição ou mesmo uma ida ao banheiro.” 
Fonte: SiteCrescer

6 dicas de como lidar com o engasgo de bebês e crianças


 Shutterstock













Uma das grandes aflições das mães, principalmente as que têm o primeiro filho, é o medo de que eles engasguem. Apesar de ser difícil, é importante manter a calma caso isso aconteça. Engasgos leves, com líquidos, não são tão graves assim, principalmente se a criança estiver rosada. “Eles, aliás, são mecanismos de proteção do bebê, que fecha a glote para que aquele alimento não passe para as vias respiratórias”, diz Alessandro Danesi, pediatra do Hospital Sírio Libanês (SP).

O fundamental, no entanto, é prevenir acidentes maiores. Nunca deixe moedas, brincos, pilhas de relógio ou quaisquer objetos pequenos ao alcance das crianças. Selecionamos abaixo algumas dicas de como evitar o engasgo e o que fazer se ele acontecer: 
- Após amamentar, deixe o seu filho em pé, por 15 minutos. E não estranhe se não ouvir nenhum barulho. O ar sai por gravidade. Por outro lado, muitas vezes os pais deitam a criança assim que escutam ela arrotar, mas é preciso respeitar esse tempo total;
- Algumas crianças engasgam principalmente no início da amamentação, período em que elas não conseguem coordenar direito a respiração e deglutição. Se o seu filho estiver faminto, uma dica é: após 15 ou 20 segundos do início da mamada, tire a boca dele do seu peito, para que se recupere do cansaço inicial. Depois, você vai perceber que ele entra num ritmo mais pacífico;
- Respeite o tempo certo de introduzir novos alimentos na dieta do seu filho. Segundo o especialista, papinhas devem ser oferecidas somente a partir dos 6 meses, sempre com pedacinhos para que seu filho aprenda a mastigar. Mas a regra não vale para todas as crianças. Há aquelas que demoram mais tempo para se acostumar com os pedaços. Converse com o pediatra do seu filho e tire todas as dúvidas sobre a alimentação dele;
- Nunca entregue na mão da criança um alimento que possa se desprender em pedaços grandes na boca, como salsichas, cachos de uvas, pães, bolachas;
- Se com todos os cuidados ainda assim seu filho engasgou, atenção: “Se perceber que a criança está com dificuldade respiratória, mas respirando e rosada, não tente tirar o corpo estranho, porque ele pode ir para um ponto onde nem a passagem parcial de ar vai existir. Vá para o hospital”, afirma o pediatra;
- Já, em casos extremos, se você não conseguir uma ajuda de emergência e a criança não estiver respirando e arroxeada, alguns procedimentos de emergência, indicados por especialistas, podem ajudar.
Fonte: SiteCrescer