segunda-feira, 28 de maio de 2012

Nem sempre Anemia é por falta de FERRO!


A chamada Anemia é a condição na qual o conteúdo de hemoglobina, célula que leva oxigênio a todos os orgãos e tecidos do nosso corpo está abaixo do normal, como resultado da carência de um ou mais nutrientes essenciais. A maioria da população pensa em anemia como deficiência de ferro, porém a falta de algumas vitaminas do complexo B, podem ser a causa da diminuição de hemoglobina, chamada também de células vermelhas.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que 30% da população mundial possua algum tipo de anemia, e que esse índice  chegue a 50% em crianças menores de 2 anos.
Os principais sintomas da anemia é o cansaso, sonolência, indisposição e dificuldade de aprendizado.
Existem vários tipos de anemias, mas nem todas são de causas nutricionais. As anemias que estão diretamente envolvidas com a alimentação são as chamadas: anemia ferropriva (deficiência de ferro) e anemias megaloblastica ou perniciosa (defiência de Vitamina B9 ou B12).
Anemia Ferropriva
A anemia por deficiência de ferro é a mais comum, principalmente entre adultos, e suas principais causas são:
- Carência de alimentos ricos em ferro na alimentação ou perda crônica de sangue, principalmente entre as mulheres, pelo sangramento menstrual, nos adultos;
- E nas crianças, principalmente menores de 2 anos, pelo aumento da necessidade de ferro, que muitas vezes não é suprida, pois depois dos seis meses de vida a criança necessita de uma alimentação complementar para atingir todas as suas necessidades nutricionais.
Em casos de anemia ferropriva é necessário aumentar a ingestào de ferro através de alimentos como: carnes, principalmente a carne bovina, pois elas são os alimentos que contém a maior quantidade de ferro biodisponível para absorção, e leguminosas como feijão, lentilha e grão de bico, fontes de ferro vegetal; nesses casos, a vitamina C é muito importante para auxiliar na absorção do ferro vegetal, portanto frutas como laranja, limão e abacaxi são recomendadas após as refeições.
Na anemia ferropriva pode haver também suplementação através de sulfato ferroso, lembrando sempre que a mesma deve ser feita por um médico.
Anemia Megaloblastica ou Perniciosa
Esse tipo de anemia é mais incomum, porém pode ocorrer e ser confundida com a ferropriva. A anemia megaloblastica ocorre por alterções  na síntese do DNA, fazendo com que a medula óssea produza hemoglobinas imaturas e/ou com alterações morfológicas, essas células sào chamadas de macrocíticas, devido ao seu aumento de tamanho, essas alterações na produção de células vermelhas ocorrem principalmente por carência de vitamina B9, também chamada de ácido fólico e/ou vitamina B12.
Nesse caso devemos buscas alimentos ricos nesses nutrientes:
Os  alimentos ricos em ácido fólico (vitamina B9) são: agrião, brócolis, espinafre, couve, alface, fígado, carnes, feijão, aveia, centeio, iogurte, banana, melão, mamão, abacaxi, ostras, ovos, couve-flor, repolho, laranja, quiabo, lagosta, manga, beterraba, pão integral, lentilha, tomate e caqui.
Os alimentos ricos em vitamina B12 são: fígado, rim, leite, iogurte, ovos, peixe, carne bovina e queijo.
Portanto, é importante fazer exames de sangue regurlamente, assim como sempre consultar um médico e nutricionista, uma alimentação equilibrada é sinônimo de saúde!
Fonte: ANutricionista.com

quarta-feira, 16 de maio de 2012

O incrível processo do nascimento

A ESPERA de nove meses finalmente chegou ao fim, e o tão esperado bebê está prestes a nascer. (A gestação em geral dura de 37 a 42 semanas.) O colo do útero da mãe permaneceu bem fechado todo esse tempo, abrigando o feto em segurança no útero. Mas agora o colo do útero está ficando mais fino, mole e relaxado. Começa assim o milagre do nascimento.


Uma mãe e seu bebêO que está por trás desse maravilhoso processo? Dos vários fatores envolvidos, dois se destacam. O primeiro é a liberação da oxitocina, um hormônio produzido no cérebro. Tanto os homens como as mulheres produzem essa substância, mas uma grande quantidade é liberada pela mulher grávida ao entrar em trabalho de parto, fazendo o colo do útero dilatar e o útero contrair.



Ainda não se descobriu como a hipófise da mulher sabe quando é a hora certa de começar a liberar esse hormônio. O livro Incredible Voyage—Exploring the Human Body (Uma Incrível Viagem — Explorando o Corpo Humano) diz: “De alguma forma, o cérebro percebe que a gestação está completa e que é hora de os fortes músculos uterinos . . . desempenharem seu papel curto, mas heroico.”

O segundo fator é a função da placenta, que para de produzir progesterona. Durante a gravidez, a progesterona impede contrações fortes. Agora, porém, sem a restrição da progesterona, o útero começa a se contrair. Em geral, depois de 8 a 13 horas de trabalho de parto, o bebê é empurrado para fora através do colo do útero, que está relaxado e dilatado. Após isso, a placenta também é expelida.

O recém-nascido precisa se adaptar logo às novas condições de vida, que são muito diferentes das de seu ambiente maternal. Por exemplo, antes de sair do útero, os pulmões do feto estavam cheios de líquido amniótico, que foi expelido quando o bebê passou pelo canal do parto. Agora, os pulmões precisam ficar cheios de ar para dar início à respiração. O começo desse processo em geral é marcado pelo primeiro choro. Mudanças drásticas também acontecem no coração e no resto do sistema circulatório. Ocorre o fechamento de um orifício que liga os dois átrios do coração e de um vaso sanguíneo que desvia o sangue para que ele não entre na circulação pulmonar. Essas mudanças redirecionam o sangue para os pulmões, a fim de ser oxigenado. É impressionante a rapidez com que ocorre essa adaptação ao mundo exterior.

O processo inteiro do trabalho de parto nos lembra das palavras da Bíblia: “Para tudo há um tempo determinado, sim, há um tempo para todo assunto debaixo dos céus.” Isso inclui um “tempo para nascer”. (Eclesiastes 3:1, 2) Sem dúvida, você concorda que essa série de processos bioquímicos e físicos, que ocorrem todos em apenas algumas horas, dá evidência clara de um projeto feito por nosso Criador, a quem a Bíblia chama de “a fonte da vida”. — Salmo 36:9Eclesiastes 11:5.

Fonte: WatchTower(Despertai de Janeiro de 2011)


sexta-feira, 11 de maio de 2012

7 coisas sobre a chupeta que você precisa saber


 ShutterstockO assunto é sempre polêmico. A maioria dos pediatras condena o uso da chupeta, mas algumas mães alegam que o acessório tem lá suas vantagens, desde que usada com moderação. O mais recente estudo, da Universidade de Saúde e Ciência do Oregon, nos Estados Unidos, diz que ela pode (quem diria!) até mesmo estimular aamamentação. Os pesquisadores americanos analisaram os dados de 2.249 crianças nascidas entre junho de 2010 e agosto de 2011. Os resultados mostraram que a taxa de aleitamento natural diminuiu de 79% para 68% após a abolição das chupetas. O que os autores do estudo ainda não descobriram é o que estaria por trás dessa estatística.

Contradições à parte, antes de você (com a orientação do pediatra) decidir se o seu filho vai ou não usá-la, melhor ficar por dentro do assunto. A seguir, sete coisas que toda mãe tem de saber.


1 - Atrapalha a amamentação? Apesar da pesquisa norte-americana citada acima, o presidente do Comitê de Aleitamento da Sociedade Mineira de Pediatria Luciano Borges, discorda. Ele diz que inúmeros estudos anteriores mostram que a chupeta está sempre associada com um tempo menor de duração do aleitamento materno. Segundo Luciano, o fato acabou sendo decisivo para que a Organização Mundial de Saúde (OMS) e o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) optassem como recomendação oficial não utilizar bicos e chupetas desde o nascimento. Essa orientação é compartilhada pelo Ministério da Saúde do Brasil. “Tenho um caso de paciente que ofereceu chupeta à sua filha quando ela tinha 1 mês e meio. Na mesma época, a criança largou o peito e começou a perder peso. Bastou a mãe tirar a chupeta para a amamentação voltar ao normal”, conta o pediatra. A explicação para isso é que a musculatura e a posição da língua que o bebê usa para sugar a chupeta é diferente da usada para mamar, o que confunde a criança.


2 – Prejudica a dentição?
Se a sua preocupação é que os dentinhos do seu filho fiquem tortos, há indícios de que, se a criança largar o acessório até os 2 anos, eles voltariam ao normal. No entanto, há outros problemas. “Um hábito oral pode gerar outro. Por exemplo, o uso da chupeta pode favorecer alterações na respiração (pode predominar a respiração pela boca), na postura corporal, na fala e na mastigação”, diz Dóris Rocha Ruiz, odontopediatra da Unifesp.


3 – Até que idade meu filho pode usá-la?
Ela deve ser retirada a partir de 1 ano de idade e, no máximo, até os 2. A chupeta tem de ser usada com moderação. Ou seja, não dá para a criança ficar o dia inteiro com ela na boca. Assim, o uso deve ser limitado apenas para dormir, já que a criança tende a cuspi-la depois, e em alguns casos específicos. Por exemplo, no avião, para proteger o ouvido durante a subida e a descida da aeronave, após a vacinação e quando a criança estiver chorando muito. Mas, nesses casos, o efeito é o mesmo do que dar o peito. 

4 – O que é pior, chupeta ou dedo?
O dedo é pior, pois será mais difícil a criança abandonar o hábito. O bebê não pega a chupeta sozinho, mas pode colocar o dedo na boca mesmo dormindo.


5 – A chupeta alivia a cólica do bebê?
Em um primeiro momento, pode ser que sim, porque acalma (ou mesmo distrai) a criança. Mas, por outro lado, a criança pode engolir ar – e isso só piora a cólica.

6 – Ela previne a morte súbita? A Academia Americana de Pediatria afirma que o uso do acessório diminui a incidência de morte súbita. Mas isso não quer dizer que, se o seu filho não gosta ou não usa, você deve forçá-lo. “Vale lembrar que a chupeta só deve ser oferecida ao bebê quando a amamentação estiver estabilizada, depois de três ou quatro semanas de vida da criança”, reforça a pediatra Tania Shimoda, do Instituto da Criança do Hospital das Clínicas de São Paulo. 
 7 - Que cuidados devo tomar com a higiene?
A chupeta deve ser lavada com água corrente toda vez que cair no chão e, de preferência, esterilizada diariamente.

Fonte: SiteRevistaCrescer

terça-feira, 8 de maio de 2012

Tudo sobre a cólica dos bebês


  shutterstock 
Se o seu bebê nunca sofreu com as famosas (e temidas) cólicas, sinta-se uma mãe privilegiada. A dor abdominal atinge 75% dos bebês nos primeiros três meses de vida e vem sempre no mesmo horário, geralmente no início da tarde ou durante a noite. E traz desespero para muitos pais.
Recentemente, o assunto voltou à tona quando o remédito fitoterápico Funchicórea, usados por muitos pais ao longo de mais de 70 anos para tentar amenizar a dor nos filhos, começou a sumir das prateleiras das farmácias. Isso porque seu registro foi cancelado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) devido à falta de comprovação científica de eficácia e segurança.
É normal
Vale lembrar que não existe um remédio específico para as cólicas do bebê, já que elas não estão associadas a nenhuma doença. São um problema fisiológico, comum em recém-nascidos, que têm um sistema digestivo ainda imaturo, em desenvolvimento. Agora que você já sabe que é normal, procure ficar calma (OK, a gente sabe que é difícil). Isso porque a sua ansiedade pode deixar o seu bebê agitado, o que só vai piorar a situação. 
Será que é cólica?
Veja alguns sinais básicos para identificar o problema:

- O bebê chora sem parar 

- Você já o alimentou, trocou a fralda, verificou se não era frio ou calor, e mesmo assim seu filho continua chorando 

- Ele se contorce e flexiona as perninhas em direção ao abdome 

- A barriga fica endurecida 

- Ele solta gases 

- O rosto fica avermelhado 

- As mãos ficam com os punhos fechados 

- A expressão do rosto é de dor e sofrimento 
Até quando elas vão aparecer? 
Esse mal-estar dura em média três meses, o tempo que o organismo do bebê leva para amadurecer o mecanismo da digestão. Isso porque aos 3 meses o bebê completa um ciclo de 12 meses desde a fecundação, ou seja, 1 ano de vida, se contarmos a vida intra-uterina. É nessa fase que ele deixa de ser um recém-nascido. É por isso que no quarto mês, cérebro e intestinos já se entendem melhor e as cólicas deixam de ocorrer. Foque nisso!
Como evitar as cólicas?
Mantenha a calma - Tente não se desesperar. Passe tranquilidade para o seu bebê, assim ele vai se sentir seguro e protegido em seu colo. 

Cocô em dia - O intestino preso é uma das causas das cólicas. Observe se o seu filho está com dificuldade de evacuar e, se constatar que sim, peça orientações ao pediatra.

Sem engolir ar - Quando estiver amamentando, tente evitar que o bebê engula muito ar. As bolhas que se formam, quando chegam ao intestino, contribuem para o aparecimento das cólicas. Veja também se ele está mamando corretamente. Se ele não faz barulho e não aparecem covinhas no canto da boca, ele está “chupetando”, ou seja, brincando com o mamilo como se fosse uma chupeta, sem mamar de verdade. Nesse caso, ele está engolindo ar ao invés de leite.
Posições para amamentar
Elas são fundamentais para evitar que seu filho engula ar enquanto mama. Assista aquium vídeo com o passo a passo.
Padrão – A mãe fica com a barriga colada à barriga do bebê e com a mão encaixada no bumbum dele. A cabeça da criança deve ficar deitada no meio do braço da mãe e as narinas devem estar sempre livres para que ela possa respirar bem enquanto mama. 

Invertida – A mãe encaixa o filho como se ele estivesse transversal embaixo do braço, com as pernas para trás do corpo da mãe. Com a outra mão livre, ela controla a cabecinha do bebê. Esse tipo é ideal para quando a mãe está com o mamilo machucado. Também vale se o bebê acostumou-se apenas com um dos seios. 

Bebê sentado – A criança fica sentada de frente para a mãe. Amamentando assim, os mamilos feridos também são poupados.
Como aliviar as cólicas?
Além da tranquilidade dos pais, colo, massagem e carinho são fundamentais para acalmar o bebê na hora do choro.
- Deite-o de bruços e embale-o nos braços. 

- Coloque a barriguinha dele em contato com o seu abdome: calor e aconchego ao mesmo tempo são imbatíveis! 

- Aquecer o local traz conforto. Esquente um pano a ferro ou opte por uma bolsa de água quente. Tome cuidado para não esquentar demais e nunca encoste a superfície quente direto na pele da criança. Envolva-a em um pano. Em lojas de artigos para bebês há bolsas térmicas de gel.

- Fique com o seu filho em um ambiente aconchegante, à meia luz e, se puder, coloque uma música relaxante. 

- Apesar de o peito acalmar a criança, evite amamentá-la, pois a sucção estimula as contrações intestinais, o que agrava as dores. 

- Massagens na barriga ajudam a soltar os gases. Passe a mão com um pouquinho de óleo de bétula ou de amêndoa, em movimento circulares. Isso aquece o local e acalma o bebê. 

- Exercícios com as pernas também contribuem para diminuir as dores e soltar gases. Deite o bebê de costas e flexione as suas perninhas sobre o adbome. 

- Caso as cólicas continuem intensas, consulte o pediatra.
Fonte: SiteCrescer


sexta-feira, 4 de maio de 2012

Campanha de vacinação contra a gripe

Começa neste sábado (5), a Campanha Nacional de Vacinação Contra a Gripe, do Ministério da Saúde. Se você está grávida ou tem filhos com idade entre 6 meses e 2 anos, reserve um horário na agenda para passar em um posto de vacinação até o dia 25 de maio. A vacina é gratuita para idosos, gestantes e crianças nessa faixa etária. 

Isso porque, como explica o infectologista Jean Gorintchteyn, do Instituto de Infectologia Emílio Ribas, as grávidas e os bebês têm mais risco de adquirir formas graves da doença. As crianças porque têm o sistema imunológico imaturo, já as gestantes pela queda normal da imunidade durante a gravidez. 

Segundo o Ministério, os pais devem ficar atentos para um detalhe: como a vacina deste ano tem a mesma composição da distribuída no ano passado, as crianças que tomaram a vacina em 2011 devem receber apenas uma dose agora. As que serão vacinadas pela primeira vez, duas doses, com intervalo de 30 dias entre elas. 
A vacina é segura
Não há risco de o seu filho ficar gripado por causa da vacina. Segundo Gorintchteyn, a dose é composta por fragmentos virais, e não vírus de verdade. Esses fragmentos provocam uma resposta imunológica bem mais branda do que uma contaminação real (pegar a gripe) e estimulam o organismo a produzir anticorpos. 

Os efeitos colaterais são leves, como febre e dor no local, e nem todas as crianças podem apresentá-los. Se isso acontecer, fale com o pediatra, que deve indicar um analgésico e antitérmico para aliviar os sintomas. 

Se você está grávida, saiba que pode receber a dose em qualquer época da gestação. E a proteção se estende ao bebê também. Estudos já mostram que os anticorpos da mãe passam pela placenta, protegendo seu filho nos primeiros meses de vida. Outro benefício é que a chance de você ficar gripada no pós-parto é menor, evitando, assim, transmitir a doença para ele. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS) não há nenhuma contraindicação dessa vacinação para as gestantes. 
Grupo de risco 
Se o seu filho tem mais de 2 anos, mas apresenta alguma doença crônica, como asma, problemas pulmonares ou cardíacos, ele também terá o direito de receber a vacina nos postos de saúde. Basta que você leve uma receita do pediatra explicando o problema dele. 

Os demais grupos de risco são idosos (vale avisar os avós das crianças!), profissionais de saúde e indígenas. Para quem não se encaixa em nenhuma dessas categorias, a vacina está disponível nas clínicas particulares, por cerca de R$ 70. 
Fonte: SiteCrescer