quinta-feira, 4 de outubro de 2012

A dentição dos bebês


A dentição dos bebês
Alguns bebês atravessam a fase de dentição sem nenhum problema, mas outros podem se sentir incomodados. Para aliviar a dor, dê alimentos frios e mordedores, e passe um pouco de gel anestésico na gengiva do bebê. O primeiro dente nascerá aproximadamente depois de seis meses de vida e a fase de dentição pode durar até que a criança complete dois anos.
Assim como os adultos, os bebês podem ter mais ou menos sensibilidade. Alguns passam por essa fase sem maiores complicações, enquanto outros ficam muito angustiados. Bochechas vermelhas, inchaços, gengivas sensíveis, perda de apetite, baba, um pouco de febre e choro durante o dia, são os sinais da dentição.

Além de carinho especial, dê a ele:

-Um mordedor duro para acalmar as gengivas irritadas. Deixe um ou dois no congelador antes de dar para o bebê, para que ele se sinta mais aliviado.
-Uma cenoura gelada (se seu bebê já tem um ou dois dentes, cuidado. Ele pode morder a cenoura e acabar se engasgando) ou uma banana pequena congelada.
-Paracetamol para bebês, para ajudar a baixar a temperatura e aliviar a dor. Nunca dê mais do que a dose recomendada.
-Um remédio homeopático que contenha camomila, para esfregar na gengiva.
-Um gel anestésico para passar nas gengivas doloridas. Além disso. peça conselhos a seu farmacêutico.
Se mesmo assim você ainda ficar preocupada com alguma mudança de comportamento em seu bebê, procure um pediatra. Quando acabar a fase de dentição, cuide dos dentes de seu bebê escovando-os suave e regularmente com pouca pasta infantil.
Fonte: SiteDiscoveryMulher

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Brinquedos terão nova classificação etária


 Shutterstock













Sempre que decide comprar um presente para o seu filho, você fica parado em frente à prateleira da loja de brinquedos tentando descobrir qual é mais indicado para a faixa etária dele? Esse problema tende a não acontecer mais a partir do ano que vem. Isso porque a Associação Brasileira dos Fabricantes de Brinquedos (Abrinq), em parceria com a comissão dos brinquedos da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), desenvolveu um documento que visa regulamentar a classificação por faixa etária de todos os brinquedos comercializados no país. O objetivo é padronizar essa indicação, que hoje é feita aleatoriamente por cada fabricante. Ela se dividirá em 16 faixas de idade: de 0 a 3 meses, de 3 a 6 meses, de 6 a 9 meses, de 9 a 12 meses, e, depois, 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10, 11 e 12 anos

O estudo, oficialmente apresentado na ABNT na sexta (28), ficará disponível no site da instituição por 60 dias para consulta pública, ou seja, qualquer cidadão poderá acessá-lo e deixar seus comentários. Após esse período, a ideia é que ele seja aprovado pelo Inmetro e vire uma regulamentação oficial, alterando a portaria já existente. “Qual é a regra para estipular a faixa etária de um brinquedo hoje? Nenhuma! Mas é preciso se atentar de que um brinquedo não adequado para a idade não ajuda em nada a criança, pelo contrário, pode até atrapalhar”, diz Synésio Batista da Costa, presidente da Abrinq, que afirma ainda que os brinquedos representam atualmente 42% dos produtos certificados pelo Inmetro.

Para Maria Ângela Barbato Carneiro, pedagoga e coordenadora da Brinquedoteca da Faculdade de Educação da PUC-SP, a iniciativa é muito interessante e ajuda não só o mercado, mas principalmente a criança e sua família. “Muitas empresas, na ânsia de vender o produto, colocam uma faixa etária muito abrangente, mas o brinquedo pode ser totalmente inadequado para os menores. Essa nova classificação é uma forma de orientar os consumidores e evitar que as crianças tenham acesso a brinquedos que não contribuam com o desenvolvimento delas”, opina.

A estimativa da associação é que os brinquedos fabricados a partir de abril de 2013 já sigam com a nova norma - inclusive os importados que, caso não estejam de acordo com a regra, serão devolvidos.

O documento foi desenvolvido com a ajuda de 20 especialistas, entre educadores, psicólogos, engenheiros e médicos, e foram necessários dois anos de estudos, em que os profissionais avaliaram, além da questão da segurança, como o brinquedo pode ajudar no desenvolvimento físico, emocional e intelectual da criança. A iniciativa é pioneira no mundo e será apresentada na semana que vem em uma convenção no Japão. A expectativa é a de que o modelo seja seguido por fabricantes de todo o mundo. “Existe um documento nos Estados Unidos, mas ele não é seguido por ser muito complexo e subjetivo. Existe uma grande carência nessa área, já que, hoje, o que normalmente temos é ‘não recomendado para menores de tal idade’, mas isso não especifica para qual faixa etária o produto é indicado”, explica o engenheiro Mariano de Araújo Bacellar Neto, coordenador técnico da Comissão de Brinquedos na ABNT. 
Fonte: SiteCrescer