segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

“Rio”, nova animação do diretor de “A Era do Gelo 3″


A 20th Century Fox divulgou os primeiros dois minutos da sua nova animação 3D: Rio.Dirigido por Carlos Saldanha (A Era do Gelo e Robôs), o desenho conta a história de Blu, uma arara que deixa o conforto de sua gaiola em uma pequena cidade dos Estados Unidos para se aventurar no Rio de Janeiro em busca de Jewel, a única fêmea representante de sua espécie.

A dublagem vai contar com Jesse Eisenberg (A Rede Social), Anne Hathaway (Alice no País das Maravilhas), Neil Patrick Harris (How I Met Your Mother), Rodrigo Santoro (Simplesmente Amor), George Lopez (Idas e Vindas do Amor) e Jake T. Austin (Os Feiticeiros de Waverly Place). Rio chega aos cinemas dia 15 de abril de 2011.

sábado, 29 de janeiro de 2011

Como surgiram os nomes dos meses do ano?

Nosso calendário é regido por deuses, imperadores e números romanos

Antes de Roma ser fundada, as colinas de Alba eram ocupadas por tribos latinas, que dividiam o ano em períodos nomeados de acordo com seus deuses. Os romanos adaptaram essa estrutura. De acordo com alguns pensadores, como Plutarco (45-125), no princípio dessa civilização o ano tinha dez meses e começava por Martius (atual março). Os outros dois teriam sido acrescentados por Numa Pompílio, o segundo rei de Roma, que governou por volta de 700 a.C.

Os romanos não davam nome apenas para os meses, mas também para alguns dias especiais. O primeiro de cada mês se chamava Calendae e significava "dia de pagar as contas" - daí a origem da palavra calendário, "livro de contas". Idus marcava o meio do mês, e Nonae correspondia ao nono dia antes de Idus. E essa era apenas uma das diversas confusões da folhinha romana.

Até Júlio César (100 a.C.-46 a.C.) reformar o calendário local, os meses eram lunares (sincronizados com o movimento da lua, como hoje acontece em países muçulmanos), mas as festas em homenagem aos deuses permaneciam designadas pelas estações. O descompasso, de dez dias por ano, fazia com que, em todos os triênios, um décimo terceiro mês, o Intercalaris, tivesse que ser enxertado.

Com a ajuda de matemáticos do Egito emprestados por Cleópatra, Júlio César acabou com a bagunça ao estabelecer o seguinte calendário solar: Januarius, Februarius, Martius, Aprilis, Maius, Junius, Quinctilis, Sextilis, September, October, November e December. Quase igual ao nosso, com as diferenças de que Quinctilis e Sextilis deram origem ao meses de julho e agosto. Quando e como isso aconteceu, você descobre lendo o quadro abaixo.

Folhinha milenar
Divisão do ano é basicamente a mesma há 20 séculos

Janeiro

Januarius era uma homenagem ao deus Jano, o senhor dos solstícios, encarregado de iniciar o inverno e o verão. Seu nome vem daí: ianitor quer dizer porteiro, aquele que comanda as portas dos ciclos de tempo.

Fevereiro

O nome se referia a um rito de purificação, que em latim se chamava februa. Logo, Februarius era o mês de realizar essa cerimônia. Nesse período, os romanos faziam oferendas e sacrifícios de animais aos deuses do panteão, para que a primavera vindoura trouxesse bonança.

Por que 28 dias?

Até 27 a.C., fevereiro tinha 29 dias. Quando o Senado criou o mês de agosto para homenagear Augusto, surgiu um problema: julho, o mês de Júlio César, tinha 31 dias, e o do imperador, só 30. Então o Senado tirou mais um dia de fevereiro.

Março

Dedicado a Marte, o deus da guerra. A homenagem, porém, tinha outra motivação, bem menos beligerante. Como Marte também regia a geração da vida, Martius era o mês da semeadura nos campos.

Abril

Pode ter surgido para celebrar a deusa do amor, Vênus. Na primeiro dia do mês, as mulheres dançavam com coroas de flores. Outra hipótese é a de que Aprilis tenha se originado de aperio, "abrir" em latim. Seria a época do desabrochar da primavera.

Maio

Homenagem a Maia, uma das deusas da primavera. Seu filho era o deus Mercúrio, pai da medicina e das ciências ocultas. Por esse motivo, segundo escreveu Ovídio na obra Fastos, Maius era chamado de "o mês do conhecimento".

Junho

Faz alusão a Juno, a esposa de Júpiter. Se havia uma entidade poderosa no panteão romano, era ela, a guardiã do casamento e do bem-estar de todas as mulheres.

Julho

Chamava-se Quinctilis e era simplesmente o nome do quinto mês do antigo calendário romano. Até que, em 44 a.C. o Senado romano mudou o nome para Julius, em homenagem a Júlio César.

Agosto

Antes era Sextilis, "o sexto mês". De acordo com o historiador Suetônio, o nome Augustus foi adotado em 27 a.C., em homenagem ao primeiro imperador romano, César Augusto (63 a.C.-14 d.C.).

Setembro a dezembro

Para os últimos quatro meses do ano, a explicação é simples: setembro vem de Septem, que em latim significa "sete". Era, portanto, o sétimo mês do calendário antigo. A mesma lógica se repete até o fim do ano. Outubro veio de October (oitavo mês, de octo), novembro de November (nono mês, de novem, e data do Ludi Plebeii, um festival em homenagem a Júpiter) e dezembro de December (décimo mês, de decem).

E o ano bissexto?
Dia extra a cada quatro anos corrige distorção

Ao adotar o calendário solar, em 44 a.C., Júlio César criou o ano de 365 dias e um quarto. Por causa dessa diferença, a cada quatro anos era necessário atualizar as horas acumuladas com um dia extra. O problema do calendário juliano é que, na verdade, um ano tem 11 minutos e 14 segundos a menos do que se estimava. Por isso, em 1582, o papa Gregório XIII (1502-1585) anulou dez dias do calendário e determinou que, dos anos terminados em 00, só seriam bissextos os divisíveis por 400. E o nome "bissexto" tem uma explicação curiosa: em Roma, celebrava-se o dia extra no sexto dia de março, que era contado duas vezes.

Texto de Álvaro Oppermann

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Labrador é o cão mais popular nos EUA pelo 20º ano consecutivo

Washington, 26 jan (EFE).- O labrador retriever foi eleito o melhor cão nos Estados Unidos pelo 20º ano consecutivo nesta quarta-feira pela American Kennel Club (AKC), seguido do pastor alemão e o yorkshire em terceiro lugar.

O beagle, uma raça de origem europeia que durante séculos foi considerada a preferida pela monarquia britânica, aparece em quarto no ranking, e o golden retriever, em quinto, segundo o site da associação. Entre as surpresas deste ano está o bulldog, que subiu para sexto lugar, o mais alto em um século.

O boxer, o dachshund (raça popularmente conhecida como "salsichinha"), o poodle e o pequenino shih-tzu, originário da China, completam os dez primeiros postos da lista.

A classificação se baseia no número de inscrições para cada uma das raças na AKC.

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iStockphoto"  A organização destacou em comunicado que os americanos preferem cada vez mais cachorros de porte grande, como o dinamarquês, que subiu de 28º para 17º lugar, e o mastiff, usado ao longo da história como cão de guarda e que está agora em 28º, 11 posições à frente que na lista anterior. EFE

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Carros 2 terá personagem do Brasil



O filme da Disney Carros 2 estreia no Brasil no próximo dia 24 de junho com a personagem Carla Veloso, que tem o número 8. A diva é um carro de competição com as cores da bandeira brasileira na carroceria e vai brilhar no filme infantil. O longa também terá, entre os novos personagens, o espião britânico que, possivelmente, será estrelado por um Aston Martin DB5, o mesmo carro utilizado por James Bond, o 007.

O filme mostrará a Corrida dos Campeões, que reúne os melhores de diversas modalidades, como a Fórmula 1 e o Campeonato Mundial de Rally. Em Tóquio, a competição acontece no Monte Fuji, enquanto na Alemanha, o palco da disputa será a Floresta Negra. Até mesmo o circuito de Monte Carlo, em Mônaco, terá uma “cópia” no filme, localizada na Itália.

Agora é só aguardar para conferir ...

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

'O discurso do rei'


“O discurso do rei” foi eleito o melhor filme pelo Producers Guild of America, o sindicato dos produtores de cinema dos Estados Unidos, na cerimônia que aconteceu no sábado (22). O prêmio é um termômetro para o Oscar, que anunciará seus indicados na próxima terça-feira (25).

O filme britânico de Tom Hooper sobre o rei George VI bateu o favorito “A rede social” e outras produções que tem grandes chances no Oscar como “Cisne negro”, “A origem”, “O vencedor” e “Minhas mães e meu pai”.
“O discurso do rei” já ganhou prêmios de atuação, para o protagonista Colin Firth no Globo de Ouro, além de ser indicado em 14 categorias do Bafta – o “Oscar inglês”, que acontece em 13 de fevereiro, em Londres.

Colin Firth e Helena Bonham CarterO drama de Hooper também tem quatro nomeações para no Screen Actors Guild Awards, prêmio dos roteiristas, marcado para o próximo dia 30, nos Estados Unidos.

O filme conta a história da batalha do rei George VI para superar uma gagueira debilitante, com a ajuda de um terapeuta não-ortodoxo, interpretado por Geoffrey Rush. O filme também é estrelado por Helena Bonham Carter, que vive a esposa do rei, a rainha Elizabeth.

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Efeito protetor dos relacionamentos

Efeito protetor dos relacionamentosRelacionamentos afetam nossa vida de várias formas, mas o que os pesquisadores estão descobrindo é que o casamento contribui para a boa saúde, e pessoas saudáveis tendem a viver mais. De acordo com estudos recentes, mulheres e homens casados são mais propensos a adotar uma dieta saudável e exercitar-se com mais frequência, além de terem menor probabilidade de desenvolver problemas mentais, depressão e alcoolismo.

A explicação para o fato ainda não se sabe ao certo. Algumas pesquisas apontam que o "efeito protetor" da saúde do casamento se deve às suas implicações sociais, psicológicas, econômicas e ambientais. Outras pesquisas defendem que pessoas saudáveis são simplesmente mais propensas a se casar. Mas a maioria dos estudiosos acredita que a explicação está na soma dessas duas hipóteses: é fato que pessoas com um estilo de vida voltado para a saúde buscam um relacionamento estável, mas o casamento está associado a certos benefícios que podem aumentar as chances de viver uma vida longa e saudável.

Pessoas com um companheiro têm mais chances de receberem melhores cuidados em épocas de doenças. Um acontecimento muito triste - por exemplo, a perda de um filho - aumenta a mortalidade entre os pais divorciados ou viúvos nos anos seguintes ao evento, o que não acontece entre aqueles que continuam juntos e contam com o apoio um do outro.
Estudos também indicam que a regulação da resposta ao estresse é afetada pelo casamento, e isso tem impacto direto sobre o bem-estar. Segundo as pesquisas, quem vive só responde mais exageradamente ao estresse, o que acaba complicando a pressão sanguínea e elevando o risco de doenças cardiovasculares.

Bom casamento

Porém, não saia por aí pensando que apenas estar casada seja a solução para todos os problemas e signifique que sua vida será ótima e longa. Os estudos também mostram que os benefícios dependem da qualidade do casamento - enquanto uma boa união promove a saúde, um relacionamento ruim pode comprometê-la e trazer consequências negativas para corpo e mente. Um casamento difícil e insatisfatório, dizem as pesquisas, está associado com o aumento da pressão sanguínea.

O melhor conselho, então, é escolher sabiamente a pessoa com quem você irá dividir sua vida. Se já tem um relacionamento estável, trabalhe para que seja forte e positivo. Se está sozinha, adote hábitos saudáveis e cultive os bons amigos. Eles também fazem muito bem à saúde.

Fonte: SaberMulher

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Ex-participantes de reality shows

O show mal começou, mas todo mundo já está pensando em quem vai sair. Está no ar mais uma edição do reality show mais visto no Brasil, o "Big Brother" (Globo).

Entre os participantes, a ideia de que o jogo é de cartas marcadas talvez ajude a aguentar o tranco da eliminação. Mas pouca gente discute as consequências psicológicas de quem é expulso desse tipo de programa.

Voltar à vida real depois de participar de um reality show é bem diferente do caminho da fama geralmente suposto. E o alívio de sair do confinamento pode não compensar sintomas como depressão e frustração.

Parece óbvio? Nem tanto. Podemos não saber as reais motivações de quem se candidata, mas é difícil alguém entrar no jogo achando que vai sair pior do que entrou.

"Claro que o participante sai achando que ficou conhecido, que "será alguma coisa". Mas a maioria não vê grande benefício na vida profissional, além de sofrer abalos no relacionamento com a família, com o namorado etc.", diz o psicólogo Marco Antonio de Tommaso.

Tommaso, que dá atendimento psicológico para modelos de grandes agências, foi convidado para dar assistência às eliminadas na primeira edição do reality "Brazil's Next Top Model" (Sony), em 2007.

Para ele, as participantes supervalorizam a oportunidade e subestimam o perigo. "Ficam sempre na dúvida se são amadas, a autoestima vai para o espaço."

SEM EMPREGO

A chance de se projetar na carreira é questionável. "O que mais ouço falar é de ex-participantes não conseguindo emprego", diz Tommaso.

Mesmo quem consegue não acredita ser mérito do reality. A modelo Mariana Richardt, 24, quarto lugar no "Next Top Model" de 2007, afirma que o programa não abriu muitas portas para ela.

"No meio da moda, não é bem visto ser conhecida como ex-reality show", afirma a modelo, hoje contratada por uma agência.

E não é só no mercado de modelos que essa associação aos programas é negativa, diz a psicóloga Mariá Giulise, consultora de carreira.

"A forma como a coisa foi concebida é inadequada. A carreira tem um percurso para ser construída, não há solução mágica."

Participar de reality shows relacionados à carreira profissional pode queimar ainda mais o filme do participante.

"Os jurados não julgam apenas o trabalho, vira humilhação pessoal. A pessoa acaba duvidando de seu próprio talento", diz Myres Verardi, analista comportamental do birô de tendências Observatório de Sinais, que elaborou o "Dossiê Reality" para o mercado.

Para Verardi, ser eliminado por um profissional pode ser pior do que pelos milhões de votos anônimos. "O jurado é reconhecido na área. Sua opinião é apresentada como se fosse uma avaliação objetiva em uma entrevista para emprego, mas não é."

O assédio moral praticado às claras amplifica a humilhação. "Esse modelo de relacionamento profissional é sério, dá processo. Nos programas, vira uma caricatura perversa", lembra Giulise.

AUDIÊNCIA

Mesmo assim, essas situações dão audiência. "Ver pessoas sendo humilhadas e submetidas ao ridículo representa o jogo de poder que não nos é permitido exercer", diz o sociólogo Dario Caldas, do Observatório de Sinais.

Caldas acredita que, para os participantes, o prêmio é secundário. "O que move é a possibilidade de existir para além do anonimato."

Essa existência é efêmera, na maioria dos casos. "Parece bacana, o sujeito cai na mídia direto. Mas é consumido tão rápido quanto um pacote de salgadinho", diz a psicóloga e psicanalista Marília Pereira Millan, professora da Universidade Paulista.

Autora de um trabalho sobre o tema, Millan explica que o confinamento mobiliza aspectos primitivos do funcionamento psíquico, como a agressividade e a violência.

"O participante entra em contato com uma parte desconhecida de si mesmo de forma abrupta. Quando sai, é difícil juntar os pedaços."

'Sentia falta da liberdade e, quando saí, não sabia o que fazer'


Alexandre Rezende/Folhapress
Dudu Pelizzari, 25, ator, participou de "A Fazenda 3" (2010)
Dudu Pelizzari, 25, ator, participou de "A Fazenda 3" (2010)

"Eu sempre tive preconceito com reality show. Quando me convidaram, estava em um processo financeiro difícil, aceitei sem pensar. Foi tudo muito louco. Você errou, é punido. Como rato de laboratório. 'Agora você come.' 'Agora você brinca.' 'Agora você briga.' Entrei com a prioridade de ganhar os R$ 2 milhões, mas depois foi a de não sair com a imagem denegrida. Morria de medo de ser tachado como o cara da 'Fazenda' que ganhou um apelido infeliz. Você vive aquele universo e acha que é real, pensa: 'As pessoas me odeiam, eu sou um lixo'. Foi um alívio sair. Eu sentia tanta falta da liberdade e, quando saí, já não sabia o que fazer com ela. Passei uma semana dentro de casa. Assisti tudo depois. Achei totalmente diferente. Ainda estou digerindo, no processo de entender o que aconteceu."

Dudu Pelizzari, 25, ator, participou de "A Fazenda 3" (2010)

'Tive que enfiar na cabeça que não estava mais gravando'
Alexandre Rezende/Folhapress
Pedro Frazão, 31, publicitário, participou de "O Aprendiz 4 - O Sócio" (2007), da Record
Pedro Frazão, 31, publicitário, participou de "O Aprendiz 4 - O Sócio" (2007), da Record

"Eu saí porque errei o nome dele [Roberto Justus, apresentador do programa], escrevi 'Justos'. O trabalho dele é te levantar e te derrubar o tempo inteiro. A pressão é pior por causa do confinamento. Quando saí, assisti partes do programa na TV. Me fazia mal, não me reconhecia. Após o reality, me tornei uma pessoa fria. Eu tinha passado quatro meses com microfone, tudo era gravado. Você perde a espontaneidade. Não conseguia abraçar meu irmão, sentar no bar com amigos. Fiz terapia por um ano e pouco. Eu não calculei tudo o que tinha a perder, não sabia dos riscos. Mas valeu a pena."

Pedro Frazão, 31, publicitário, participou de "O Aprendiz 4 - O Sócio" (2007), da Record, hoje apresentado por João Dória Jr.

CABEÇA A PRÊMIO

Os riscos emocionais e profissionais de participar de um reality show

- Elevação do nível de ansiedade

- Piora de quadros psicológicos preexistentes (agressividade doentia, manias, depressão)

- Frustração constante

- Depressão

- Crise de identidade

- Sintomas de estresse pós-traumático, como ficar revivendo cenas do programa que causaram sofrimento

- Possibilidade de desenvolver sintomas de paranoia, como mania de perseguição

- Imagem distorcida da realidade

- Perda da autoestima

- Insegurança quanto ao valor profissional

- Imagem negativa no mercado de trabalho

fonte: MARCO ANTONIO TOMASSO, e MARIÁ GIULISE, psicólogos